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SindForte para categoria no RN e mais três estados acompanham

O SindForte/RN, que em todas as rodadas de negociações preza pela conciliação, diálogo e o consenso, desde que não estejam tirando os direitos dos trabalhadores, em reunião com a categoria, decidiu fazer uma paralisação conjunta, nos quatros estados do G4.

Esta paralisação trará transtornos e consequências diversas como a falta de moeda circulante, pois no período não serão abastecidos bancos, caixa eletrônicos e serão interrompidas as coletas nos hipermercados, lotéricas, correspondentes bancários, agências de Correios, ou seja, a moeda provocando grande prejuízo ao povo, por pura intransigência dos patrões que não asseguram nem reconhece os direitos dos trabalhadores. O impacto desta paralisação será de grandes proporções, pois serão 4 estados com a falta da moeda no mercado.

Foram esgotadas todas as possibilidades de um caminho para uma negociação consensual, haja vista, que a classe patronal em momento algum foi sensível as reivindicações da categoria. Como ficou determinado na criação do G4, – grupo que acomoda a categoria dos vigilantes dos estados do RN, Campina Grande, PB, AL e PE-, e os compromissos assinados, por unanimidade, na Carta de Olinda, em que um deles seria que os sindicatos realizariam negociações conjuntas, assim sendo, a categoria dos vigilantes destes estados fazem paralisação em bloco.

No último 27, em Recife (PE), na dependências da SRTE/PE -Superintendência Regional de Trabalho e Emprego -, foram demandadas 11 horas numa mesa de negociação, onde se tronou clara a intenção da patronal de não levar a um acordo plausível e justo para os trabalhadores quando propuseram, de maneira verbal, com o INPC do período mais um aumento desmoralizante. “A intenção deles é quebrar a unidade que agora se apresenta na forma do G4, não sabem que este grupo é mais forte do que eles possam imaginar. Não passa por nossa cabeça retroceder um milímetro, iremos até onde eles acham que podem ir, na verdade são eles que vão dizer quanto tempo a paralisação deve durar, o G4 está preparado”, afirmou Santiago, presidente do SindForte/RN.

Separados somos fracos, unidos somos imbatíveis!

Movimento - Crítica, teoria e ação

Apresentação

Apresentamos uma revista especial sobre os 50 anos do Maio de 1968 com o orgulho de herdar uma tradição. Assim como a Comuna de 1871, a Revolução Russa de 1917 e as lutas contra as ditaduras na América Latina, consideramo-nos parte deste excepcional movimento mundial de luta política, protagonizado por jovens e
trabalhadores de várias partes do mundo, como nas famosas barricadas de Paris. Consideramos suas lições e sua potência como atuais. Boa parte dos leitores da Revista Movimento participaram ativamente das Jornadas de Junho de 2013 em nosso país. Aos cinco anos deste acontecimento, queremos contribuir para o encontro e a síntese de tão distantes e ao mesmo tempo tão próximas gerações.

Solzinho