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MORADIA PRA QUEM PRECISA: a ocupação São Luís obtêm vitória judicial!

Por Etevaldo Teixeira, PSOL/MES do Rio Grande do Sul

Na última sexta-feira, dia 10 de julho, os moradores da Ocupação São Luís em Porto Alegre realizaram manifestações pelo centro de Porto Alegre, além pressionarem o judiciário e, unirem-se a luta dos trabalhadores vinculados ao SINDJUS/RS(Sindicato da Justiça Estadual).

A mobilização unificada ocorreu em almoço coletivo. Em manifestações e ato de entrega do agravo de instrumento ingressado pelo Advogado Rafael Lemes e da Luciana Genro.

O agravo de instrumento concedido fundamentou-se em dois pontos: o primeiro uma vez que se encontra presente risco de lesão grave e de difícil reparação aos recorrentes (leia-se os moradores da São Luis); e o segundo a documentação que instrui o recurso denota a existência de fato novo, ou seja, legislação municipal que, em tese, teria passado a amparar juridicamente a posse dos ocupantes no local. Aqui, trata-se das AEIS, Áreas Especiais de Interesse Social, projeto apresentado pelos vereadores do PSOL Pedro Ruas e Fernanda Melchionna.

Na mobilização em frente ao Tribunal de Justiça ficava evidente a contradição daqueles que lutam pela moradia, enquanto aqueles – os juízes – que julgam os processos de reintegração de posse se autoconcederam ajuda moradia de R$ 4.377,73 (quatro mil trezentos e setenta e sete reais e setenta e três centavos.

Os dirigentes, do SINDJUS/RS (Davi Pio e Fabiano) e o líder da Ocupação São Luis (Juliano Fripp) uniram suas lutas pela defesa dos trabalhadores do judiciário e na luta por moradia digna.

A PASSEATA UNITÁRIA EXIGIA FIM DO AUXILIO MORADIA DOS JUÍZES E MORADIA PRA QUEM PRECISA! ESSE É O CAMINHO DA VITÓRIA!

Movimento - Crítica, teoria e ação

Apresentação

Apresentamos uma revista especial sobre os 50 anos do Maio de 1968 com o orgulho de herdar uma tradição. Assim como a Comuna de 1871, a Revolução Russa de 1917 e as lutas contra as ditaduras na América Latina, consideramo-nos parte deste excepcional movimento mundial de luta política, protagonizado por jovens e
trabalhadores de várias partes do mundo, como nas famosas barricadas de Paris. Consideramos suas lições e sua potência como atuais. Boa parte dos leitores da Revista Movimento participaram ativamente das Jornadas de Junho de 2013 em nosso país. Aos cinco anos deste acontecimento, queremos contribuir para o encontro e a síntese de tão distantes e ao mesmo tempo tão próximas gerações.

Solzinho