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Debate sobre rumos da esquerda anima ativismo socialista no Rio de Janeiro

Cerca de 140 pessoas estiveram presentes na noite do dia 13/04, num dos salões do IFCS/UFRJ, na capital do Rio de Janeiro para participar do debate : “À esquerda: uma saída para a crise”. O painel foi organizado pela Fundação Lauro Campos. A mesa foi composta por Roberto Robaina, dirigente nacional do MES e do PSOL, Ruy Braga, intelectual de esquerda, professor de Sociologia da USP e estudioso da questão do trabalho e Tarcisio Motta, professor de Pedro II, ex-candidato ao governo do Rio pelo PSOL. A mesa foi mediada por Nathalie Drumond, do Diretório Nacional do PSOL.

Além dos rumos da esquerda, o debate ensejou o lançamento do livro de Ruy Braga, “Pulsão Plebéia”.

Tarcisio Motta começou prestando a justa homenagem a Eduardo Galeano, morto naquela segunda-feira. Colocou a importância do PSOL na luta programática e a necessidade do apoio às greves em curso, como a de professores em São Paulo, Pará e Pernambuco.

Roberto Robaina falou do debate de estratégia, de atuar na luta institucional, mas não limitar-se a ela. Discorreu sobre a importância da luta decisiva das ruas, onde o dia 15 era um sintoma positivo, em que pese as últimas manifestações da direita. Tocou na defesa da fidelidalde ao Evento marcante das Jornadas de Junho no Brasil e o lugar do PSOL como um Partido para defender uma estratégia socialista.

Ruy Braga falou das condições em que se desenvolvem a luta dos trabalhadores no marco da precarização, do PL4330 e dos problemas que o sindicalismo de esquerda tem para intervir nesse novo setor. Conclamou a necessidade de uma frente política e social contra a austeridade, a começar pelas medidas do ajuste e do congresso.

O debate contou com ampla simpatia e acompanhamento de diversos ativistas e militantes socialistas de diferentes organizações e trajetórias.

Movimento - Crítica, teoria e ação

Apresentação

Apresentamos uma revista especial sobre os 50 anos do Maio de 1968 com o orgulho de herdar uma tradição. Assim como a Comuna de 1871, a Revolução Russa de 1917 e as lutas contra as ditaduras na América Latina, consideramo-nos parte deste excepcional movimento mundial de luta política, protagonizado por jovens e
trabalhadores de várias partes do mundo, como nas famosas barricadas de Paris. Consideramos suas lições e sua potência como atuais. Boa parte dos leitores da Revista Movimento participaram ativamente das Jornadas de Junho de 2013 em nosso país. Aos cinco anos deste acontecimento, queremos contribuir para o encontro e a síntese de tão distantes e ao mesmo tempo tão próximas gerações.

Solzinho