Movimento Esquerda Socialista (MES/PSOL) MES MES: Movimento Esquerda Socialista

Comunicado de Syriza ante o ultimato da UE, do FMI e dos credores

Comunicado da Executiva de Syriza

A partir do dia 25 de janeiro, o governo iniciou uma batalha sem precedentes para a defesa dos interesses do país e de seus cidadãos. Frente às pressões e à chantagem, o governo tratou de por em prática o mandato popular para terminar com a austeridade. Os credores, no entanto, impõem ultimatos que não têm nada que ver com o mandato do povo grego nem com uma Europa da democracia e da solidariedade.

Esta batalha dada pelo governo e pelo povo grego não pode se perder, muito ao contrário, esta vitória é imprescindível. Este próximo referendo será sobre a promoção da democracia na Grécia e na Europa. As pessoas devem tomar partido contra as demandas exorbitantes dos credores.

Instamos aos trabalhadores, jovens, pensionistas, agricultores e à classe média a rechaçar os ultimatos dos credores. Fazemos um chamado à população grega a dizer um NÃO rotundo ao autoritarismo da austeridade. NÃO à destruição do país e de sua gente. Esta luta não é só por nós, é uma luta pela dignidade e a democracia em toda Europa. Grécia lança uma mensagem pela unidade, pela soberania popular e pela democracia.

A secretaria política de SYRIZA/ órgão de imprensa

 

Tradução: Charles Rosa

Fonte: Fundação Lauro Campos

Movimento - Crítica, teoria e ação

Apresentação

Neste mês de março, preparamos uma nova edição da Revista Movimento, dedicada especialmente para a reflexão e elaboração política sobre a luta das mulheres. Selecionamos um conjunto de materiais – artigos teóricos, textos políticos, documentos e uma especial entrevista – com o intuito de aprofundar o esforço consciente demonstrado por nossa organização nos últimos anos em avançar na compreensão sobre o tipo de feminismo que defendemos, bem como sobre o papel essencial e a importância estratégica que a luta feminista tem para a construção de um projeto anticapitalista. Um desafio exigido pela atual conjuntura, marcada pela ascensão de governos de extrema-direita no mundo, na qual o movimento feminista tem se apresentado como contraponto e trincheira de resistência fundamental. Por isso, esta edição pretende, antes de mais nada, auxiliar e fortalecer nossas intervenções feministas nesse momento, a começar por duas datas muito significativas que inauguram este mês: o 8 e o 14 de março, dia em que se completará um ano do brutal assassinato de nossa companheira Marielle Franco. Esperamos que seja proveitoso e sirva como instrumento para as nossas batalhas. Boa leitura!

Solzinho